Bastou o prefeito de São Paulo seguir a lei que
proíbe pichações, para que houvesse discussão.
As críticas defendem a pichação como
expressão artística. Os elogios usam como base a teoria das janelas quebradas,
ou o argumento que pichação no muro alheio é refresco.
Fato é que a arte e a arquitetura já
tiveram como objetivo a beleza. Hoje parece que tudo tem que ter função crítica
ou social. Quanto mais feia a arte, mais efetiva a crítica.
Precisamos voltar a valorizar o belo em
nome da nossa própria saúde física e mental. A beleza é capaz de criar uma
vibração que aumenta o bem-estar, diminui comportamentos agressivos, e
pensamentos negativos.
Existem teorias e pesquisas sérias por
trás destas afirmações, mas hoje vamos economizar tempo e usar um pouco a
imaginação e a intuição. Em qual dos prédios acima você alugaria um
apartamento para criar seus filhos, ou um escritório para receber seus clientes? No pichado, no grafitado ou no pintado de bege claro?